A Teoria Quantitativa da Moeda é uma das teorias que pode ser capaz de justificar a geração da inflação. Por causa disso é de grande importância.

A Teoria Quantitativa da Moeda é também chamada de Teoria Clássica e está associada a economistas chamados de monetaristas. Quer saber mais sobre essa teoria? Continua acompanhando nosso artigo de hoje. 

O que é a Teoria Quantitativa da Moeda?

A Teoria Quantitativa da Moeda é a teoria que busca associar a inflação à quantidade de moeda disponível na economia de uma determinada nação. Com isso há a quantidade de moeda disponível determinando os preços do mercado econômico.

Assim sendo, o aumento dessa quantidade de moeda disponível acaba determinando a taxa da inflação.

Para entender melhor essa teoria é necessário que você tenha em mente alguns conceitos importantes no meio da economia.

Um pouco da história da teoria

A Teoria Quantitativa da Moeda surgiu em meados do século XVIII, em uma época marcada pela crise política da Inglaterra. Os primeiros conceitos acerca dessa teoria foram de responsabilidade de David Hume.

No século seguinte a teoria passou a contar com mais atualizações e contou com John Maynard Keynes em sua contribuição – o que ocorreu entre o século XIX e o século XX.

A partir disso, a Teoria Quantitativa da Moeda contou com acréscimos de conceitos até que chegou até o seu resultado final.

Oferta e demanda da moeda

O Banco Central é o responsável pela oferta da moeda de um determinado país, pois possui o poder de fabricar mais dinheiro. No entanto, há outras maneiras de o Banco Central influenciar a quantidade de dinheiro ou moeda disponível.

A seguir algumas maneiras:

– A compra e a venda de títulos públicos

– O redesconto

– O depósito compulsório

A partir da venda de títulos públicos, o Banco Central está tirando uma quantidade de moedas do setor econômico. E ao comprar títulos ele está contribuindo para adicionar mais moeda na economia. 

Dessa forma, o Banco Central consegue mudar a quantidade disponível de moeda no setor econômico a partir de políticas monetárias.

Os efeitos de desequilíbrio monetário e a Teoria Quantitativa da Moeda

Uma pequena história para exemplificar:

Nesse momento partiremos de um cenário hipotético onde teríamos uma economia em equilíbrio monetário e a emissão de mais moedas realizada pelo Banco Central. Você consegue prever os acontecimentos futuros dessa situação?

Para começar, o fato número 1 é o de que as pessoas conseguiriam possuir mais dinheiro e não teriam nenhum incentivo para realizar a aplicação desse dinheiro. Dessa forma, a única coisa que a população escolheria fazer com esse dinheiro é consumir mais e mais. 

Mas, nesse caso, é preciso saber que a produção desse país – nesse cenário hipotético – teria continuado igual.

Então o que aconteceria?

Bem, de forma resumida, a demanda de produtos seria rapidamente aumentada, no entanto, a produção estaria nos mesmos valores e não teria aumentado. Como resultado haveria um aumento nos preços – a conhecida inflação. 

Mas, com a inflação haverá a exigência de uma quantidade maior de dinheiro, para que assim, cada pessoa consiga acompanhar a taxa de inflação nesse momento.

Portanto, o que poderia se esperar nessa situação hipotética é que a demanda por moeda aumentaria até se chegar em um novo momento de equilíbrio de oferta e de demanda de moedas.

Com isso, a disponibilidade de moeda determinaria o valor que a própria moeda teria e a partir do seu crescimento se daria o aumento da inflação.

E então, viu como a Teoria Quantitativa da Moeda é um tema importante?

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